A sociedade atual carece de cidadãos reflexivos dispostos ao desenvolvimento pleno de suas capacidades para se situarem como individuo ou perante um grupo, melhorando assim a comunidade na qual está inserido e a si próprio. É através da educação que ocorre esse processo. A inserção da tecnologia na educação serve de apoio na construção do conhecimento. Atualmente as informações distribuídas pela internet precisam ser analisadas cuidadosamente e para tanto o professor deve aproveitar o conhecimento extra-escolar dos seus alunos, bem como, ajudar aqueles que não têm acesso a nenhuma delas a se relacionarem de forma produtiva. O maior problema em relação aos recursos tecnológicos está na falta de capacidade crítica dos indivíduos ao lidarem com tantas informações, exigindo neste caso, a aprendizagem e desenvolvimento de habilidades que os auxiliarão a contextualizarem de maneira seletiva, tendo assim, melhor aproveitamento.
O desenvolvimento das tecnologias de informação permite que o aprendizado ocorra em diferentes lugares e por diferentes meios, é o caso da educação à distância, que possibilita através da interatividade o constante crescimento do individuo. Além da educação aos alunos, a utilização dos recursos tecnológicos visa a capacitação de professores para integrar o computador na prática pedagógica, bem como entender as técnicas computacionais, favorecendo assim sua gestão em sala de aula. Portanto, incorporar recursos tecnológicos na escola só tem sentido se contribuir para a melhoria da qualidade de ensino.
O Brasil tem grande diversidade cultural e desigualdade social. Portanto ao se pensar na inserção da tecnologia no âmbito escolar, não podemos descartar essas diferenças. Segundo dados do Pnad 2007/IBGE, cerca de 680 mil crianças e jovens estão fora da escola. “No norte do Brasil, há um contingente de crianças que não têm acesso à escola em razão de um problema crônico: a falta e um registro de nascimento. A taxa do sub-registro na região chega a 21%, sendo que o Estado de Roraima tem o índice mais alto: 42,8%. Em outras palavras, quase metade das crianças que nascem naquele estado não possui certidão de nascimento. Para as políticas públicas, elas simplesmente não existem. Mas, para as escolas, deveriam existir.”
O cenário acima reflete o problema que a educação enfrenta. A tecnologia eletrônica pode ser utilizada para criar ambientes propícios a problematização, as atividades reflexivas, a atitude crítica e a autonomia de forma privilegiada. Entretanto, temos uma grande parcela de indivíduos sem acesso a esses meios.
É necessária uma rápida mudança dessa realidade, para isso a escola precisa acompanhar os processos de transformação da sociedade. Apesar dos recursos tecnológicos chegarem, seja à distância ou em sala de aula a alguns indivíduos, o recebimento delas é semelhante à formação em massa, ou seja, a interação, mesmo utilizando tecnologia de ponta é unidirecional, o conteúdo e o material instrucional ainda são descontextualizados da prática. Sendo assim, o individuo precisa buscar meios para interpretar as mudanças necessárias. É preciso a implantação de políticas e estratégias para a utilização desses meios eletrônicos de informação e comunicação, pois estes possuem um enorme potencial educativo, o que irá aperfeiçoar e complementar o processo de ensino e aprendizagem.
O desenvolvimento das tecnologias de informação permite que o aprendizado ocorra em diferentes lugares e por diferentes meios, é o caso da educação à distância, que possibilita através da interatividade o constante crescimento do individuo. Além da educação aos alunos, a utilização dos recursos tecnológicos visa a capacitação de professores para integrar o computador na prática pedagógica, bem como entender as técnicas computacionais, favorecendo assim sua gestão em sala de aula. Portanto, incorporar recursos tecnológicos na escola só tem sentido se contribuir para a melhoria da qualidade de ensino.
O Brasil tem grande diversidade cultural e desigualdade social. Portanto ao se pensar na inserção da tecnologia no âmbito escolar, não podemos descartar essas diferenças. Segundo dados do Pnad 2007/IBGE, cerca de 680 mil crianças e jovens estão fora da escola. “No norte do Brasil, há um contingente de crianças que não têm acesso à escola em razão de um problema crônico: a falta e um registro de nascimento. A taxa do sub-registro na região chega a 21%, sendo que o Estado de Roraima tem o índice mais alto: 42,8%. Em outras palavras, quase metade das crianças que nascem naquele estado não possui certidão de nascimento. Para as políticas públicas, elas simplesmente não existem. Mas, para as escolas, deveriam existir.”
O cenário acima reflete o problema que a educação enfrenta. A tecnologia eletrônica pode ser utilizada para criar ambientes propícios a problematização, as atividades reflexivas, a atitude crítica e a autonomia de forma privilegiada. Entretanto, temos uma grande parcela de indivíduos sem acesso a esses meios.
É necessária uma rápida mudança dessa realidade, para isso a escola precisa acompanhar os processos de transformação da sociedade. Apesar dos recursos tecnológicos chegarem, seja à distância ou em sala de aula a alguns indivíduos, o recebimento delas é semelhante à formação em massa, ou seja, a interação, mesmo utilizando tecnologia de ponta é unidirecional, o conteúdo e o material instrucional ainda são descontextualizados da prática. Sendo assim, o individuo precisa buscar meios para interpretar as mudanças necessárias. É preciso a implantação de políticas e estratégias para a utilização desses meios eletrônicos de informação e comunicação, pois estes possuem um enorme potencial educativo, o que irá aperfeiçoar e complementar o processo de ensino e aprendizagem.
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